13 de novembro de 2016
Mentirosos desde 1908
A dupla Serpa & Delgado continua a levar a arte do fellatio a níveis capazes de fazerem corar a Cicciolina e a capa de hoje do jornal A Bola entra directamente para as mais vergonhosas da história. Vale, por isso, a pena, voltar a lembrar vários pormenores que contrariam esta nojenta e financiada “investigação”, termo que podia ter sido colocado em prática relativamente ao assunto dos vouchers ou das entregas de branca na porta 18, mas que a dupla que gere o pasquim deve ter considerado assuntos de parca relevância.
Podem espreitar este artigo do Bola na Rede, intitulado Como Roubar Quatro Campeonatos ao Sporting.
Também vale a pena atentar no que foi escrito no Com Quem Joga o Sporting, no post O Problema dos 4 Campeonatos de Portugal e dos 4 Campeonatos da Liga (Experimentais).
Por último, o artigo publicado, esta semana, no jornal Sporting (imagem sacada do Artista do Dia)
Post retirado daqui
12 de novembro de 2016
Sugestão de leitura!
Subir na Vida
Donald J. Trump, um dos mais famosos e bem-sucedidos empresários americanos no ramo imobiliário e um verdadeiro ícone do mundo dos negócios, escreveu este livro para motivar o leitor a cultivar atitudes e práticas que promovam o sucesso profissional. Enfatizando repetidas vezes que conhecimento é poder e que não se pode ter sucesso se não pusermos paixão naquilo que fazemos, Trump dirige-se ao leitor como um mentor pessoal, partilhando com ele dicas, tácticas e estratégias. Ao longo de 33 capítulos muito sintéticos transmite-lhe informações vitais, baseadas na utilidade prática e na experiência, e aborda regras básicas, demonstrando ao mesmo tempo como se podem adaptar a casos individuais. Descubra o que Donald J. Trump lhe pode ensinar se, tal como ele, o leitor é alguém determinado a aproveitar o melhor do seu potencial e a realizar os seus projectos mais ambiciosos.
12,61 €
Coleção: Novos Gestores
Nº na Coleção: 19
Data 1ª Edição: 18/07/2007
Nº de Edição: 1ª
ISBN: 978-972-23-3796-0
Nº de Páginas: 152
Dimensões: 155x230mm
Razão de Ser
São hoje por demais conhecidos os acontecimentos que conduziram ao declínio de Portugal e que acabaram por condicionar a vida, a soberania e o desenvolvimento desta Nação com quase nove séculos de História.
Diante das sucessivas e falhadas experiências governativas em que temos andado embrulhados nas últimas décadas, é difícil acreditar que com o actual, mas já velho panorama político-partidário seja possível encontrar as respostas e as soluções que o nosso País precisa para se reerguer à altura de outros tempos.
Graças à incompetência demonstrada pelos políticos da nossa praça, o que temos diante de nós é um País sem vocação e sem capacidade para se fazer respeitar internacionalmente; um País em que o descontentamento alastra, o desemprego aumenta e a miséria é uma constante; um País no qual, por isso mesmo, a insegurança cresce, a criminalidade progride e todos nos sentimos em perigo; enfim, um País no qual a apressada integração europeia acabou por determinar o fim do que restava da agricultura e das pescas, e em que a livre circulação de mercadorias, sem entraves de qualquer espécie, permitiu a invasão do mercado português por parte dos produtos estrangeiros. Ora, esta situação colocou as empresas nacionais sob o espectro da falência e, com isso, milhares de postos de trabalho desapareceram e os seus trabalhadores foram lançados para o desemprego.
Perante este quadro dificilmente desmentível, é fácil observar que as actuais forças políticas e as suas classes dirigentes não tiveram arte nem engenho para resolver os graves problemas que se colocam à sociedade portuguesa, tendo mesmo agravado a maioria deles.
Tal situação não pode dissociar-se do facto de a representação política ser da exclusiva responsabilidade dos mesmos – sempre os mesmos – partidos políticos que instrumentalizam a seu belo prazer o aparelho do Estado, empregando correligionários e distribuindo favores.
Portugal já teve governos de comunistas, de socialistas, de sociais-democratas, de centristas, sozinhos ou misturados nas mais diversas proporções – tudo falhou e ninguém fez o que prometeu. Para superar esta realidade, o Partido Nacional Renovador propõe um novo rumo para Portugal.
Como Portugueses para quem a Nação está acima de tudo, lutamos para que seja possível um governo verdadeiramente patriótico que promova valores em vez de proveitos, trabalho em vez de passeatas, justiça para todos os Portugueses e um Portugal mais forte e soberano, ao qual todos se orgulhem de pertencer.
O Partido Nacional Renovador defende o realismo político e económico, dentro da moral, da justiça e da ética social e vai ocupar o espaço que é seu por direito próprio. Batendo-se pela unidade da Pátria e das suas gentes, o Partido Nacional Renovador será, antes de mais nada, um movimento de acção que actuará vivamente contra os males profundos que destroem a sociedade portuguesa e se consubstanciam nas forças políticas até agora dominantes.
Sendo um combate pelo futuro, o Partido Nacional Renovador destina-se a intervir cada vez mais na vida política. Este é o caminho que se propõe percorrer e para o qual contará decerto com o apoio dos Portugueses. Com as condições mínimas para avançar, mas determinado a agir firmemente na defesa da integridade nacional, aí está o Partido Nacional Renovador.
Portugal Sempre!
Marine Le Pen é a grande favorita a ser eleita presidente de França
O efeito bola de neve que também vamos beneficiar!
A eleição de Donald Trump como o 45º Presidente dos Estados Unidos da América pode ter mexido com a França. De acordo com o site Betdata, de um dia para o outro, a líder da Frente Nacional subiu cerca de 10 pontos percentuais no mercado de apostas sobre a corrida à presidência francesa
A França é a próxima grande democracia a votar depois dos Estados Unidos da América. É já na próxima primavera que os franceses vão às urnas para escolher o próximo presidente e, depois da vitória de Donald Trump, o mercado reagiu. De acordo com o site betdata.io Marine Le Pen, líder do partido de direita, Frente Nacional, subiu 10 pontos percentuais na corrida à presidência, segundo os mercados de apostas.
Nos últimos meses, as sondagens têm sugerido que Le Pen vai conseguir um resultado capaz de assegurar um de dois lugares na segunda volta. Ainda assim, nenhuma sondagem previu que pudesse bater o candidato de centro-direita que provavelmente a vai defrontar.
O que é certo em França é que as eleições se irão decidir entre os partidos de direita. Socialistas estão afastados dos dois primeiros lugares e os comunistas estão a desaparecer em França.
11 de novembro de 2016
São Nuno de Portugal, um santo original
São Nuno Álvares Pereira é um santo muito original, precisamente porque, como foi tão normal, foi muito diferente da maioria dos outros santos e, por isso mesmo, muito parecido a todos nós.
Neste último domingo, por feliz coincidência festa litúrgica de São Nuno de Santa Maria, a capital portuguesa prestou-lhe uma merecida homenagem, com a inauguração, no topo da Avenida da Torre de Belém, no Restelo, de uma estátua ao Santo Condestável. A louvável iniciativa da autarquia lisboeta não teria sido possível sem a entusiasta participação dos muitos munícipes que votaram nesta proposta, que tinha sido submetida, entre outras, à sua consideração e que, muito justamente, veio a ser vencedora.
Por paradoxal que possa parecer, São Nuno Álvares Pereira é um santo muito original, precisamente por ter sido tão pouco diferente dos fiéis normais. Ou seja, como foi tão normal, foi muito diferente da maioria dos outros santos e, por isso mesmo, pouco diferente do comum dos mortais.
Quem percorrer o santoral católico, não pode deixar de concluir que a maioria dos bem-aventurados que, como tais foram reconhecidos pela suprema autoridade eclesial, não coincide com o perfil do cristão corrente e normal. Por exemplo, quase todos os fiéis católicos são casados, mas entre os santos canonizados abundam, pelo contrário, os celibatários, sacerdotes ou religiosos. Raros são os santos que casaram e tiveram filhos, como insólitos são também os que desempenharam alguma profissão civil. Mesmo entre os que exerceram algum ofício, são poucos os que se dedicaram à vida militar, aparentemente irreconciliável com o mandamento novo da caridade. Santidade e pobreza são conceitos que se implicam mutuamente, segundo o programático sermão das bem-aventuranças e, por isso, até à data, não consta nenhum santo multimilionário, nem constam santos endinheirados, ou grandes proprietários. Desde tempos antigos, o poder é visto por alguns como inconciliável com a santidade cristã: não em vão Jesus Cristo rejeitou liminarmente a oferta diabólica de todos os reinos deste mundo e as suas riquezas! Embora haja alguns santos que o foram no exercício de funções políticas, como S. Tomás More e São Luís de França, escasseiam contudo os que o foram sendo militares.
Ora São Nuno de Santa Maria, antes de ser frade carmelita, foi tudo isso. Casou e teve vários filhos, entre os quais a que, pelo seu casamento, viria a ser a primeira duquesa de Bragança e tronco dessa estirpe que, em 1640, passou a ser a Casa Real. São Nuno Álvares Pereira foi militar de profissão, tendo chegado a condestável do reino, quando a independência nacional estava comprometida, pelo casamento da herdeira do trono de Portugal com o então rei de Castela. O Santo Condestável não só foi, enquanto generalíssimo do exército do Mestre de Avis, um bravo guerreiro, mas também um dos homens mais ricos de Portugal, graças às avultadas doações que lhe foram feitas pelo rei, em justa recompensa pelos seus inestimáveis serviços. Enquanto a grande maioria dos santos desdenha as honras e títulos humanos, São Nuno Álvares Pereira não apenas aceitou a elevada condição de generalíssimo, como também os privilégios inerentes à grandeza do reino, que lhe competiam por força dos três títulos condais – de Arraiolos, Barcelos e Ourém – que lhe foram concedidos por el-Rei D. João I e que, desde então, são apanágio da Casa de Bragança.
Talvez alguém possa obstar que estas características da sua vida são alheias à sua santidade, a que Nun’Álvares teria acedido apenas quando renunciou a todos esses cargos, títulos e bens materiais, para humildemente professar como religioso carmelita. É verdade que a canonização de Frei Nuno de Santa Maria muito deve a essa última etapa da sua vida terrena. Mas seria errado pensar que foi só então que a sua vida cristã alcançou os limiares da perfeição evangélica. Muito antes, já D. Nuno Álvares Pereira dera sobejas provas da qualidade da sua fé, da autenticidade da sua esperança e da pureza da sua caridade: como marido santo que foi de sua mulher, como santo progenitor de seus filhos e netos, como santo general do exército, como santo conselheiro do rei, como santo fidalgo da corte, e até – espante-se! – como santo latifundiário! Não foi santo apesar destas suas circunstâncias, mas precisamente através delas, na medida em que são também santificáveis, como aliás todas as situações familiares e profissionais honestas.
O mundo tem muita necessidade de exemplos de santidade na vida religiosa, como Frei Nuno de Santa Maria. Mas são talvez mais urgentes os modelos de excelência cristã na vida matrimonial, familiar, profissional, económica e política, como São Nuno Álvares Pereira.
Que o Santo Condestável, do alto do Restelo, onde inaugurada a sua estátua, abençoe o reino que defendeu com a sua espada! Porque também agora, como disse o poeta, falta ‘cumprir Portugal’!
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